14
Set 13

Animação na mais jovem freguesia terceirense...

publicado por MSA às 12:58

Animação na mais jovem freguesia terceirense...

publicado por MSA às 12:50

29
Ago 13

Uma equipa que junta trabalho e paixão pelo desporto...

publicado por MSA às 13:58

20
Ago 13

Descansa em paz, Miguel...

Somos gente de terras pequenas e, como tal, vão fazendo parte das nossas vidas famílias inteiras. Hoje, uma família de amigos perdeu um dos seus e, claro está, perdi também um amigo.

O Miguel Fonseca foi um amigo, irmão dos meus amigos, que conheci desde sempre. Foi o chefe das corridas de bicicletas no meu final de infância, o bom conversador, o dirigente estudantil e depois o bem sucedido empresário. Faltou-lhe tempo para tudo que imaginou, numa terra que penso nunca aceita bem os seus, quando primam pela inovação dedicada a tempo inteiro. Qualquer que seja o seu mote.

Descansa em paz, "Faneca". Cá tentaremos tratar dos nossos amigos...

publicado por MSA às 22:32

18
Ago 13

Brianna Rollins impressionou em Moscovo...

Brianna Rollins, a nova "máquina" norte-americana de passar barreiras, impressionou ontem nos Mundiais de Atletismo de Moscovo - evento que termina daqui a pouco -, ao vencer de forma clara a final dos 100 metros barreiras. A um dia de completar 22 anos de idade, o jovem protento dos Estados Unidos partiu mal, ainda mais face à opisição firme da consagrada australiana Sally Pearson, mas não se fez rogada, retomando sem mácula a sua forma espantosa e usando a bom modo uma velocidade que já conquistou o mundo.

Depois de vencer os "Trials" por terras do Tio Sam, Brianna tem agora um futuro imenso como campeã à sua espera. Amazing!

 

publicado por MSA às 18:18

15
Jul 13

publicado por MSA às 11:10

13
Jul 13

publicado por MSA às 17:28

11
Jul 13

publicado por MSA às 17:49

02
Jan 12

Bacalhau...agora quero assim também...

Disse-me um amiga, isto pelo verão do já longínquo ano passado, que o nosso paladar se altera a cada sete primaveras, ou seja, de sete em sete anos passamos a tolerar ou mesmo a gostar deste ou daquele alimento ou aroma. Não sei se assim será, mas num balanço rápido, lembro de ter um terror a tomate enquanto criança, sendo que agora faço e refaço saladas e combinações com aquela coloquial verdura, que na verdade é um fruto, saboreando a sério as suas propriedades, que não apenas picadas ou concentradas. Outra coisa que abominava eram as caiotas - também conhecidos como chuchu -, que se inseria na qualidade atribuída à cabeça de nabo, outra coisa que também mal traguei durante muiuto tempo. Anos passados uso e abuso dessas hortaliças, com aplicações variadas, mormente a acompanhar carne ou massas. E acreditem que há uns pitéus deliciosos encerrando ambas as simples iguarias. Mas isto não passarão de resquícios de infância. Contam agora as coisas mais actuais... No ano da graça de 2011, descobri que adoro meloa, substância aquosa que anteriormente apenas engolia vestida com presunto ou em forma de sorvete. No verão ido, consolei-me, deambulando entre a deliciosa e clara meloa da Graciosa e a alaranjada e mais sumarenta nascida em Santa Maria. Mas a verdadeira surpresa surgiu na noite da consoada, novamente a contas com o tradicional bacalhau cozido com todos. É certo que nunca lhe virei o bico, mas misturando sempre os vários ingredientes e - à moda do norte - preparando o prato com azeite fervido e colorau, para então receber então as postas desfiadas do salgado peixe, que aliás sempre adorei nas suas mais variadas formas - pataniscas, bolinhos, à Zé do Pipo, de natas, com broa, à Brás ou à Gomes de Sá... -, mas desde que disfarçando o gosto original do dito. Pois desta feita atirei-me a uma posta, assim às claras e apenas com azeite, saboreando o esfiapado nadador dos mares de cima com afindo e dedicação. E começo a acreditar na teoria dos sete anos. Sem estar a contá-los...o que virá depois?

publicado por MSA às 19:08

15
Nov 11

Bom ambiente e vinhos de qualidade...

Fotos: Ricardo Laureano

 

Iniciativa da firma local “Espaço dos Vinhos”, foi na tranquilidade acolhedora do Museu de Angra que um alargado número de convidados pôde provar algumas das novas propostas – maioritariamente de origem duriense - que a referida empresa tem agora à disposição. Um leque equilibrado de vinhos, com rótulos marcadamente de gama média e alta, foi o que se deu a experimentar,
num ambiente de requinte, onde não faltaram todos os cuidados inerentes a uma acção do género. Luís Van Zeller, o gerente da empresa, partilhou connosco os propósitos do evento, considerando que a amostragem “pretendeu dar a conhecer algumas marcas que não estão nas grandes superfícies, embora a espaços possam lá surgir, mas que se destacam pela oferta de qualidade, direccionando o certame para a restauração, mas também para os particulares, pois na Terceira há de facto muitos apreciadores de vinho e muita gente que sabe exactamente o que quer comprar”, explicou.

Aberta há pouco mais de um ano, a empresa regista “uma boa aceitação do mercado, num universo que é complicado de gerir, pois o cliente comum tem muitas propostas e o nosso país apresenta muitas centenas de marcas”, mas Luís Van Zeller acredita que “há espaço para um nicho de mercado que procuramos, com a evidente preocupação de vender, e aqui naturalmente que o
preço faz diferenças e, neste caso em particular, apresentamos vinhos de uma gama média/alta, que vão desde garrafas entre 9 e 12 euros, mas também com grandes reservas a cerca de 40 e poucos euros. Claro que há outras gamas, e dou como exemplo o produtor Alves de Sousa, que tem 23 ofertas, a culminarem em vinhos seleccionados que atingem valores entre os 80 a 90 euros a garrafa. Mas essas, logicamente, não estão em qualquer sítio”, concluiu o empresário.

Quanto ao conteúdo das diversas garrafas dadas a provar, nada como enumerar a lista, de forma a aferir a variedade proposta. Assim, e da afamada Quinta da Casa Amarela, localizada na povoação de Cambres, marcaram presença o Tinto DOC 2010, o Tinto Reserva 2008, o Tinto Grande Reserva 2007 – um vinho de eleição… -, o Branco Selection 2010 e um saboroso Porto reserva 2010 para encerrar a função. Em Ervedosa do Douro está a Quinta de São José, e de lá vieram um Tinto DOC 2008, o Tinto Reserva 2008 e o Tinto Grande Reserva 2009. A compor o ramalhete estavam o Ázeo Branco 2009 e o Ázeo Branco rabigato 2009, duas propostas assaz interessantes. Do conhecido produtor Domingos Alves de Sousa (o melhor do país em 1999 e 2006), estavam abertos o Vale da Raposa tinto reserva 2008, o Vale da Raposa branco 2010 e o Quinta da Gaivosa branco 2009. Finalmente, e da Quinta da Lapa, as opções eram o Branco colheita seleccionada 2010, o Espumante bruto DOC 2009, e os tintos Syrah 2009, DOC 2008 e DOC reserva 2009. Uma oferta alargada para momentos de apreciar, afinal o vinho não nos faz só dizer as verdades…

...servidos a preceito.

publicado por MSA às 01:06

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